segunda-feira, 5 de março de 2012

Projeto Seja Saudável: saiba identificar a compulsão alimentar

 
A compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, em que um indivíduo consome regularmente uma grande quantidade de comida de uma vez só, ou «depenica» constantemente, mesmo quando não tem fome ou se sente fisicamente desconfortável por comer tanto. Ao contrário dos bulímicos, quem come compulsivamente não purga depois de comer em excesso, nem pratica com frequência exercício em excesso na tentativa de queimar calorias. A compulsão alimentar pode ocorrer em pessoas de qualquer sexo, raça, idade ou estrato socioeconómico e, como quem sofre do transtorno de compulsão alimentar aumenta com frequência de peso ou se torna clinicamente obeso, torna-se passível de contrair uma grande variedade de doenças. Infelizmente, não há uma cura reconhecida para o transtorno de ingestão compulsiva, mas existe uma variedade de opções de tratamento que podem ser exploradas quando o transtorno é diagnosticado.

Sinais de Compulsão Alimentar

Quem sofre do transtorno de compulsão alimentar consome grandes quantidades de comida de uma só vez ou come constantemente durante um determinado período (por exemplo, durante uma festa de aniversário ou na Consoada) mas não purga ou se liberta da comida depois. O transtorno de compulsão alimentar é habitualmente reconhecido por outros devido aos hábitos alimentares de um indivíduo, tais como:
● Ingerir uma quantidade excessiva de comida, mesmo quando não tem fome;
● Comer até se sentir desconfortavelmente cheio ou mesmo agoniado;
● Esconder hábitos alimentares devido a vergonha ou embaraço;
● Esconder comida para episódios de voracidade;
● Esconder embalagens vazias ou caixas de alimentos e gerar lixo em excesso;
● «Depenicar» ou comer constantemente enquanto houver comida disponível;
● Comer quando está sob pressão ou se sente psicologicamente diminuído/a;
● Sentir-se subjugado/a, envergonhado/a e/ou culpado/a durante e/ou depois de um episódio de voracidade;
● Exprimir repugnância em relação a hábitos alimentares, peso, corpo ou aparência;
● Expressar descontentamento com a aparência, peso ou auto-estima.

Diagnóstico de Compulsão Alimentar

O transtorno de compulsão alimentar deve ser diagnosticado por um profissional qualificado, de acordo com os critérios de saúde mental reconhecidos. Estes critérios de diagnóstico incluem episódios cíclicos de alimentação em excesso e sensação de perda de controlo durante os episódios, bem como episódios de compulsão alimentar com pelo menos três das seguintes características: comer depressa, comer até atingir mal-estar físico, comer quando não se tem fome, comer sozinho ou ter sentimentos de vergonha e culpa em relação à alimentação. Outros critérios incluem expressão de ansiedade ou angústia em relação à ingestão compulsiva, episódios de voracidade que ocorrem pelo menos duas vezes por semana durante um período mínimo de seis meses e compulsão alimentar sem recurso posterior a um método de purga (vómito auto-induzido, exercício excessivo, etc).

Obter Ajuda e Tratamento

Não há uma cura reconhecida para o transtorno de ingestão compulsiva. Posto isto, há uma variedade de opções de tratamento que podem ser combinadas de acordo com as necessidades específicas do paciente. As opções de tratamento para o transtorno de compulsão alimentar incluem aconselhamento/terapia, aconselhamento ou terapia familiar, terapia cognitivo-comportamental (para alterar os comportamentos alimentares), frequência de grupos de apoio ou terapia de grupo e aconselhamento e planeamento nutricional.
Habitualmente, não são usados medicamentos para tratar o transtorno de ingestão compulsiva, apesar de poderem ser usados supressores de apetite com controlo médico e alguns medicamentos, como anti-depressivos, para o tratamento de condições associadas.
O transtorno de compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, embora muitas vezes mal compreendido. Qualquer informação adicional sobre o transtorno de compulsão alimentar deve ser procurada junto de um médico, um especialista em transtornos alimentares ou outros terapeutas relacionados com este tipo de condição de saúde.
Fonte: http://www.alimentacaosaudavel.org/Compulsao-Alimentar.html

sexta-feira, 2 de março de 2012

Projeto Seja Saudável: consumo de cereais integrais e a redução do risco de câncer

O estilo de vida tem sido apontado como responsável por 90 a 95% da maioria das doenças crônicas não transmissíveis. Dentre essas doenças, o câncer aparece como a segunda maior causa de morte. Em 2020, a população mundial esperada é de mais de 7 bilhões de pessoas e, por meio de projeção, pode-se sugerir que aproximadamente 15 milhões de novos casos de câncer devam ser diagnosticados.
Há vários fatores responsáveis pelo aparecimento de tumores. Destes fatores, alguns podemos interferir e até ajudar a preveni-lo, como por exemplo, nossa alimentação e estilo de vida. Acredita-se que a alimentação possa prevenir  de 3 a 4 milhões de novos casos de câncer por ano.
A partir da análise da literatura científica, foi possível que especialistas fizessem recomendações sobre alimentos, nutrição e atividade física que fossem voltadas para a redução do risco de câncer. Uma das recomendações deste relatório é: “Consuma cereais (grãos) pouco processados (integrais) e/ou leguminosas (feijões) em todas as refeições”.
Em 1999 a FDA (Food and Drug Administration), órgão de saúde dos EUA, aprovou a alegação científica que relaciona o consumo de cereais integrais com a redução do risco de certos tipos de câncer (pulmão, cólon, esôfago e estomago), além de uma dieta pobre em gordura total, saturada e colesterol.

Projeto Seja Saudável: arroz integral - um aliado de sua dieta

Com a retirada apenas da casca bruta, o arroz integral preserva sua película e o gérmen onde se concentram as fibras, vitaminas e minerais. Isento de glúten e de fácil digestão, é considerado um alimento básico para uma alimentação saudável. O arroz integral apresenta vantagens nutricionais sobre o arroz branco pois, o mesmo é moído e refinado, o que lhe retira o farelo e o germe, juntamente com todos os nutrientes que se encontram nestas importantes camadas. Enquanto o arroz integral possui 7g de fibra em cada 100g o branco possui apenas 2g. Suas fibras dão maior saciedade, além de possuir menos calorias do que o arroz branco. Ele pode ser facilmente substituído em todas as ocasiões e receitas onde o arroz branco é utilizado.
A Grings ainda lhe oferece mais uma opção de substituição saudável do arroz branco por uma mistura de 12 grãos integrais e funcionais. O 12 Grãos Grings, é uma mistura de arroz integral, arroz integral vermelho, arroz preto, trigo, aveia, centeio, cevadinha, linhaça marrom, linhaça dourada, gergelim, quinoa e amaranto. Utilizado para o preparo de pratos exóticos, agrega sabor com nutrientes saudáveis. As vantagens de seu consumo não param apenas em um prato diferenciado e um novo sabor a mesa. A película, que reveste os grãos do arroz integral, possui óleos vegetais, proteínas, vitaminas: A, B1, B2, B6, B12, niacina, ácido nicotínico, ácido pantotênico, vitaminas C, E, e minerais em grande quantidade. A presença das fibras ajuda no bom funcionamento do sistema intestinal, prevenindo a prisão de ventre, o diabetes e alguns tipos de câncer. Além da prevenção de doenças, auxilia na perda de peso por possuir menos calorias que o arroz branco e, por ter mais fibras, oferece maior saciedade, sustentando por mais tempo. O arroz integral vermelho e o arroz preto, são ricos em antocianinas, poderoso antioxidante que previne doenças cardiovasculares e câncer. Além da presença do arroz integral, outros ingredientes como linhaça e amaranto, ricos em ômega 3, redutor dos níveis de colesterol, estão presentes junto com a quinoa, considerada pela OMS (Organização Mundial de Sáude) um alimento único, por seu altíssimo valor nutricional.
Experimente e comprove os resultados na balança!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Projeto Seja Saudável: Aveia – barata, fácil de usar e boa pra sua saúde

Aveia, ou os produtos que a contem, são boa de fibras solúveis betaglucanas, comprovadamente redutoras de colesterol. Esta propriedade da aveia de baixar o colesterol é atribuída às betaglucanas que têm a capacidade de aumentar a síntese de ácidos biliares e reduzir a absorção do colesterol, resultando em sua diminuição. Em 1997, foi concluído um estudo que comprovou estabilidade significativa dos níveis de LDL- colesterol (mau colesterol) após os indivíduos estudados consumirem de 34 a 123 g/dia de aveia ou farelo de aveia. Isso corresponde a uma quantidade de 60g de aveia ou 40g de farelo de aveia para se obter uma quantidade aproximada de 3g de fibra solúvel (betaglucana), responsável pela redução de 5% do colesterol sanguíneo no estudo.
A aveia, um dos primeiros alimentos funcionais a serem estudados e “descobertos”, possui preço bem convidativo a todos, além de ser encontrada facilmente desde mercadinhos de bairro até hipermercados de grandes centros. Além disso, é a base das deliciosas granolas, que são facilmente inseridas em nosso café da manhã e lanches.
Não deixe de ter os benefícios da aveia na sua alimentação. Faça mingau, acrescente ao leite, iogurte, receitas de pães, bolos e biscoitos. É ótima para todas as idades!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Projeto Seja Saudável: o lanche do seu filho pode evitar doenças crônicas e obesidade

Com a retomada do ano letivo, mães e pais voltam a se preocupar com o que colocar na lancheira da criança. Para a Coordenação de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, a seleção deve agradar as crianças, mas precisa ter valor nutritivo e não trazer calorias em excesso. Na prática, a lancheira ideal é aquela em que não entram refrigerantes e bebidas açucaradas, como sucos industrializados, ou ainda biscoitos e salgadinhos.
É melhor optar pelo suco da fruta natural ou uma porção de fruta. Para
estimular o consumo, uma boa idéia é cortar a fruta em pedaços, facilitando o manuseio da criança. Quando a opção é utilizar alguns alimentos industrializados, mães e pais devem observar atentamente as informações trazidas nos rótulos, como a quantidade de açúcar, sódio e gorduras.

Atenção especial também deve ser dada às cantinas, em que frequentemente há comércio de alimentos ricos em açúcar, sódio e gorduras, como refrigerantes, refrescos, salgados e salgadinhos, e há pouca oferta de alternativas saudáveis, como frutas e sucos naturais.
A escola é um ambiente fundamental para a formação de hábitos alimentares saudáveis.
Visando garantir um lanche cada vez mais saudável para as crianças brasileiras, o Ministério da Saúde orienta pais, professores e demais integrantes da comunidade escolar para incluir educação alimentar na grade curricular, evitando biscoitos recheados, refrigerantes e outros alimentos industrializados, que contribuem para o desenvolvimento de doenças crônicas (como obesidade, diabetes e hipertensão),
na alimentação dos estudantes.

Os lanches oferecidos precisam conter o máximo de grupos de alimentos, que são os cereais, o grupo das frutas, legumes e verduras, o grupo dos leites, queijos e iogurtes, o grupo das carnes, e o grupo dos feijões. Açúcares, doces, óleos e gorduras devem ser consumidos em menores quantidades. É importante lembrar que os sucos não substituem as frutas, pois possuem uma menor quantidade de polpa e estão adicionados de açúcar. Uma dica é oferecer frutas diferentes, mantendo sempre aquelas de que as crianças mais gostam. Os salgados precisam ter recheios variados: de frango, milho, espinafre, carne moída, queijo e
legumes e verduras, por exemplo e ter massa integral.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Projeto Seja Saudável: filhos, como protegê-los da obesidade?

Vamos começar pelos adultos, que sempre servem de modelos positivos para as crianças. Pesquisas mostram que pais obesos na sua maioria promovem crianças obesas devido a existência destes ambientes nas suas casas. Desta forma é importante você adulto, seguir estas recomendações abaixo:

1) Incentive o seu filho (a) na hora da alimentação com atitudes positivas, prepare cardápios balanceados, leve ele ao mercado na hora das compras e vá explicando porque você escolhe um alimento em relação ao outro; na hora do preparo ,  chame-o e mostre porque você está usando certas combinações e mostre a importância de balancear as refeições com uma variedade de alimentos e principalmente que preparar com calma não é desperdício de tempo e sim saúde, vida e garantia de futuro saudável!

2) Ensine a criança que devemos ter controle sobre a alimentação e que existem limites, sim! Nós comemos para viver e não vivemos para comer, não é? Nunca esconda comida, nunca proíba de comer algo que ele quer provar mesmo que não seja nutricionalmente bom. Estudos mostram que a proibição pode causar compulsão alimentar, então sempre explique, educando-o com uma linguagem simples, mas efetiva. Por exemplo: para explicar que comidas fast-food em excesso não fazem bem, pegue um canudinho e dê a ele. Peça para que ele o encha com margarina. Depois fale que é assim que as suas veias e artérias podem ficar: cheias de gordura e pergunte como o nosso sangue conseguiria passar dentro dessa veia entupida? É uma comparação que funciona muito bem para sensibilizá-los.

3) Tente sempre comer em família, levante mais cedo e prepare um bom e saudável café da manhã para seus filhos e marido ou esposa; prepare com carinho o lanche das crianças, investindo em alimentos saudáveis à mesa ou na lancheira. Caso ele resista em consumi-los, deixe um recadinho carinhoso seu junto à fruta, por exemplo, pedindo-lhe para que experimente e que você ficaria muito contente com esse novo hábito. Não deixe a comida em segundo plano na sua família e faça valer o exemplo de pai e mãe saudáveis e comprometidos com a saúde preventiva de todos.

4) Promova atividades que envolvam gasto de energia na sua família como andar de bicicleta, nadar, caminhar no parque, jogar bolar, soltar pipa, subir e descer as escadas, inventar novos jogos com objetos. Na hora de comprar brinquedos, pense em algum que possibilite uma interação entre a família e que todos possam gastar calorias de uma forma divertida. Até alguns modelos de videogames atualmente tem essa proposta e são bem-vindos nesse caso. Se possível também compre um pedômetro , que é um contador de passos e coloque na cintura de cada um e veja quem andou mais no passeio.

5) Sempre que possível, discuta as mensagens das propagandas de alimentos e da forma corporal veiculadas na mídia (TV, revistas, internet, jornais, informativos): mulher modelo esquelética ou homem musculoso anabolizado,  Mostre que o importante é ter saúde e se exercitar de maneira a obter o seu corpo ideal respeitando suas características físicas. Hoje em dia as revistas de moda mostram a beleza feminina com peso 24% a menos do ideal e esta falsa imagem de beleza vai ficando impregnada na cabeça de nossas crianças.

Pai, mãe ou cuidadores: os grandes protagonistas que podem mudar o rumo desse ambiente obesogênico são vocês, sendo que cada conquista positiva deve ser celebrada com muito fervor. A luta não é apenas com aquele salgadinho que seu filho leva 1x na semana, mas contra toda uma indústria alimentícia que pensa mais no bolso deles do que na saúde de sua família. Pense comigo: Será que eles irão pagar o medicamento para abaixar o colesterol do seu pequeno quando ele precisar? Garanto que NÃO!

Fonte: Nutr. Flávio Viaboni em http://www.meunutricionista.com.br/colunas.exibir.php?id=1924&time=20120128-195732

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Projeto Seja Saudável: a Flora Intestinal e sua saúde

Existem cerca de 100 milhões de bactérias no intestino. Praticamente todas as bactérias que habitam o nosso intestino são encontradas no cólon, a parte mais longa do intestino grosso. Coletivamente, estas bactérias são chamadas de "flora intestinal" ou "microbiota". Cada bactéria é uma única célula, e existem centenas de espécies diferentes.
No entanto, apenas cerca de quarenta espécies são responsáveis pela maioria das bactérias intestinais e, em sua maior parte, são muito benéficas. As principais famílias são conhecidas como Lactobacillus e Bifidobacterium.
Existem as bactérias prejudiciais porque causam doenças, algumas delas letais. Cabe a cada um de nós manter nossa flora intestinal saudável, sempre em maior número que as bactérias nocivas para nos defendermos das doenças que chegam através deste órgão.

As fibras alimentares desempenham pelo menos 2 funções importantes para a manutenção desta barreira de doenças em nosso intestino:
1) alimentam as colônias de bactérias benéficas que vivem no intestino grosso,
2) existem indícios de que uma dieta rica em fibras possa ajudar a evitar o câncer de intestino e outras doenças.

O que prejudica a flora intestinal benéfica:
O uso de antibióticos mata as bactérias que estão causando a doença, mas também mata as bactérias benéficas que vivem no intestino grosso. Pelo seu papel importante em nosso organismo, matá-las é o mesmo que fragilizar nossas defesas.
Como manter a flora intestinal saudável:
Pode ser através do consumo de alimentos fonte de "probióticos" - alimentos contendo culturas dessas bactérias benéficas. Mas essa é uma forma de interferir rapidamente na reconstrução da flora. Como seria a forma correta de manter uma flora saudável?
As bactérias benéficas sobrevivem se alimentando, ou seja, fermentando as fibras alimentares, provenientes dos alimentos de origem vegetal. Esse é um dos motivos pelos quais devemos consumir diariamente frutas, hortaliças e cereais integrais. O organismo não digere as fibras, que passam direto para o cólon, onde as bactérias as esperam famintas.
A fermentação das fibras produz substâncias benéficas. As bactérias da família Lactobacillus produzem ácido láctico, que reduz significativamente a população de bactérias prejudiciais. Podem também produzir as vitaminas K e B12, que são assimiladas via parede do cólon. A fermentação que ocorre dentro do cólon nos ajuda a absorver sais minerais e alguns produtos da fermentação que podem ajudar a combater o câncer.

Quando a Flora Intestinal está fragilizada:

Quando estamos doentes, muito cansados ou tomando antibióticos, a flora intestinal sofre muitas baixas.
Quando a flora intestinal se encontra em declínio, as bactérias prejudiciais podem se proliferar, transformando-se em uma força dominante e, obviamente, as bactérias benéficas, em minoria e fragilizadas, não conseguem mais desempenhar sua importante função de defesa.
Quando a quantidade de fibras que fermentam no intestino é pouca, as fezes podem reter líquido demais, ficar moles e desencadear perdas minerais importantes. Com uma flora intestinal insuficiente, o funcionamento do intestino também será irregular, você pode se sentir letárgico e observar que está expelindo mais gases do que o normal.
Bem, agora que você já se convenceu de que precisa manter as bactérias benéficas felizes e saudáveis, deve estar pensando: "Mas como farei isso?".
Ingerir mais fibra, é a resposta - ter uma alimentação rica em fibras é um modo de garantir a manutenção de uma flora intestinal saudável.

Os efeitos positivos sobre a flora intestinal dependem do consumo regular de:
- Alimentos ricos em fibras.
- Determinados grupos da população podem ser mais vulneráreis a distúrbios gástricos, como idosos, crianças pequenas e pessoas que viajam muito. Nestes casos poderiam se beneficiar do consumo de alimentos enriquecidos com
probióticos.

Baseado no texto adaptado por Conceição Trucom do livro A verdade sobre a comida - Jill Fullerton-Smith - Editora Intrínseca